Gera. Regenera. Já era. Quem dera fosse tão simples quanto queria Scandurra. Em “Everyman” (Houghton Mifflin, 2006), o autor judeu estadunidense Phillip Roth debruça-se sobre aquela que é a mais unificadora das experiências humanas: a morte. Obcecado com as moléstias do corpo, tanto as suas quanto as alheias, o protagonista sem nome enfrenta com sarcasmo e pragmatismo as agruras do cotidiano e os sobressaltos do seio familiar, irradiando perplexidade diante do inominável. Desde a primeira página, sabemos que ele morre. Mas quem não há de?
Julho 30, 2007
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Comentário por lacarmencita — Julho 30, 2007 @ 6:17 pm